quinta-feira, 27 de julho de 2017

"E gosto, à noite, de escutar as estrelas. É como ouvir quinhentos milhões de guizos... Mas eis que acontece uma coisa extraordinária". O Pequeno Príncipe

Tá me ouvindo???

  

Por Alessandra Leles Rocha


  
Cada um no seu casulo. Fones de ouvido na orelha. Lá se vão os humanos do século XXI.  Absorvidos pelo hit parede particular e o volume no máximo da potência; é claro que não sobra espaço para mais nada além do seu próprio mundinho. E isso não é comportamento juvenil, não! Todos os gêneros, etnias, idades, profissões já estão rendidos a essa práxis.
Modismos à parte, a verdade é que esse, aparentemente inofensivo, hábito esconde mais prejuízos do que se pensa. Nada contra ouvir música (principalmente, boa música) ou desanuviar a mente de vez em quando. A questão é transformar isso em rotina, a tal ponto que não enxergamos mais a nós e ao mundo.
Seja no transporte público, nas ruas, nas filas, em todos os lugares por onde transitamos há pessoas personificando esse padrão comportamental. Observando com certa atenção é impossível não perceber nelas um traço comum, como se estivessem em transe. Não percebem nada, nem ninguém. O seu isolamento voluntário as coloca em risco real e imediato, pois não estão conectadas à dinâmica da realidade dos centros urbanos.
Lá se vão elas alheias à beleza trivial da natureza. Não enxergam mais o nascer ou o por do sol. Nem as borboletas pelos jardins. Nem as flores multicoloridas espalhadas pelo chão. Nem arco-íris durante ou depois da chuva. O mundo parece sempre cinza e estático. Também não se socializam. Não conversam entre si. Não se olham. Não se interagem, ao ponto de não pressentirem a eventual existência da violência que teima em nos rodear. 
Nesse pouco tempo de reflexão, quantas perdas é possível identificar? Mas, há muito mais. Incluindo a própria perda auditiva. Nossos ouvidos não foram feitos para serem submetidos à intensidade e repetição de ruídos dessa forma. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “1,1 bilhão de pessoas podem ter perdas auditivas porque escutam música alta. Atualmente, problemas de audição provocados por causas diversas já afetam 360 milhões de indivíduos, dos quais 32 milhões são crianças” 1
Isso significa que a população está negligenciando a saúde auditiva e caminhando a passos largos para a surdez e para a ampliação do contingente de pessoas com algum tipo de deficiência, que no caso do Brasil, por exemplo, representam 24% da população 2. Como qualquer deficiência, a surdez implicará em inúmeros desafios sociais para o cidadão, os quais incluem desde a readaptação comunicativa até a reinserção no mercado de trabalho. 
Apesar de todos os avanços da ciência e tecnologia, nem todas as pessoas surdas conseguem uma satisfatória adaptação aos aparelhos auditivos ou outros tratamentos e cirurgias, por exemplo. Da mesma forma que nem todas as escolas estão preparadas para atender as demandas dos deficientes auditivos. A acessibilidade a materiais didáticos e paradidáticos para o ensino-aprendizagem de surdos ainda é baixa. Enfim... 
E se ainda não nos sensibilizamos o suficiente, pode-se acrescentar nesse rol de obstáculos o alto custo de investimentos para garantir o mínimo de dignidade a essas pessoas. Seja por via pública ou privada, a excepcionalidade da condição humana impõe a necessidade de recursos especiais. Por isso é fundamental sermos mais responsáveis em relação aos nossos comportamentos. Não se trata de interferirmos na liberdade individual, mas de tomarmos consciência do impacto coletivo que nossas escolhas podem ocasionar e repercutir em longo prazo.
Essa é uma questão de saúde pública? Sim; mas, também, de educação, de responsabilidade parental, de economia, de trabalho... e, sobretudo, de amor próprio, de deixar o instinto de sobrevivência e proteção inatos falar mais alto. Eu sei que ninguém quer ouvir conselhos e reflexões; mas, posso garantir que sem esses, você certamente deixará de ouvir todo o resto. Pense nisso!

Algo para nos inspirar!!!


Pensar – Rubem Alves


Quando eu era menino, na escola as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.
Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre, somos pobres em ideias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coréia, Formosa, que pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.
Minha filha me fez uma pergunta: “O que é pensar?”. Disse-me que esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia imposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro, por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.
E, no entanto, não podemos viver sem respostas. As asas, para o impulso inicial do voo, dependem dos pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar têm de aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram  as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão desse saber. Nas palavras de Roland Barthes: “Há um momento em que se ensina o que se sabe…” E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.
As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos, automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que as minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a história de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: “Dona centopeia, sempre tive a curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?”. “Curioso”, ela respondeu. “Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção”. Termina a história dizendo que a centopeia nunca mais voltou a andar.
Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disso, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar em falar. Ao falar, não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem que se lembrar dessas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos prego, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar, aqui, é inconscientizar.
O sabido é o não pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória deste computador que se chama cérebro. Basta apertar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparecerá no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro-verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma série de instruções sobre o que fazer.
Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que é objeto do desejo. A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda.
E o saber fica memorizado de cor – etimologicamente, no coração -, à espera de que o teclado desejo de novo o chame de seu lugar de esquecimento.
Memória: um saber que o passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre os mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas, metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou – e ensinou bem – fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não-saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então, que Barthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo em que se ensina o que não se sabe.

Fonte: https://rubemalves.wordpress.com/page/2/ https://rubemalves.wordpress.com/page/2/

Reconhecida por avanços, Lei do Divórcio completa 40 anos no Brasil

A Lei 6.515/77, popularmente conhecida como a Lei do Divórcio, completa, nesta quarta-feira (28), 40 anos. A possibilidade de dissolução oficial do casamento, no Brasil, só surgiu em 28 de junho de 1977, por meio de uma Emenda Constitucional (EC 9/77). No fim daquele mesmo ano, o Congresso aprovava a regulamentação do divórcio (PL 4279/77), proposta pelo então senador Nelson Carneiro. Durante essas quatro décadas, a lei ficou amplamente conhecida e foi responsável por grandes mudanças em toda a nossa sociedade.  
O primeiro divórcio no país foi oficializado ainda em dezembro de 1977, dois dias após a sanção da lei. A última estatística do IBGE apontou 341 mil divórcios no Brasil, em 2014, com crescimento de 161% em relação ao ano de 2004. De acordo com Sérgio Barradas Carneiro, membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), a boa lei é aquela que consagra uma prática social.
“Antes da promulgação da emenda 66 (13/07/2010) nós vivíamos uma farsa, porque você tinha dois caminhos para obter a dissolução da sociedade conjugal. A primeira era a separação, em que contado um ano da data da sentença, as pessoas pediam a sua conversão em divórcio, e na prática, o que acontecia, é que as pessoas não queriam retomar, um ano depois, um assunto que lhes trazia dor, sofrimento e/ou constrangimento. Deste modo, as pessoas impedidas de se casarem, iam engrossar as estatísticas da união estável. A outra forma, era você ficar dois anos separado de fato, se apresentar à Justiça e, com duas testemunhas, provar que você efetivamente ficou os dois anos separado. Porém, na prática, as testemunhas mentiam, e os casais que se separavam consensualmente se apresentavam ao juiz após seis ou sete meses e faziam todo esse teatro”.
Como um dos relatores do Novo Código de Processo Civil (CPC/2015), Sérgio Barradas retirou do Ministério Público a obrigação de lidar com processos de divórcio. Segundo ele, a Lei do Divórcio, aplicada concomitantemente à Emenda 66, trouxe um grande avanço para a população. Outras mudanças significativas vieram em 2007, com a autorização para os cartórios lavrarem escrituras de divórcio consensuais (Lei 11.441/07), e em 2014, com a possibilidade de guarda compartilhada dos filhos pelos pais divorciados (Lei 13.058/14).
“O único aperfeiçoamento a ser feito agora seria a compreensão completa de que não existe mais a separação judicial no ordenamento jurídico brasileiro. Antes da Emenda 66, se um parlamentar apresentasse um projeto de lei para tirar do Código Civil ou de qualquer outra lei ordinária o instituto da separação judicial, um outro parlamentar favorável seria obrigado a dar um parecer pela inconstitucionalidade do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), pois ele estava previsto na Constituição - art. 226. Ora, o inverso é verdadeiro, na medida em que você suprime o instituto da separação judicial da Constituição Federal, ele não mais é recepcionado em nenhuma lei hierarquicamente inferior”, relembra.
Atualmente, não são mais necessários prazos para se divorciar e nem para se discutir os motivos que levam a pessoa a querer se divorciar. Com o objetivo de aprimorar a Lei do Divórcio brasileira, está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL 428/11) que prevê a mediação familiar como recomendação na regulação dos efeitos do divórcio.

Fonte: http://www.ibdfam.org.br/noticias/6343/reconhecida+por+avan%c3%a7os%2c+lei+do+div%c3%b3rcio+completa+40+anos+no+brasil

Doenças Autoimunes – Você sabe o que significa?

As doenças autoimunes são um tipo de desordem imunológica e sua característica reside no fato da diminuição da tolerância aos componentes do próprio organismo, devido a uma alteração no processo de diferenciação de antígenos externos (vírus e bactérias, por exemplo) e os do próprio organismo de um indivíduo. Esta doença atinge aproximadamente 3-5% da população do mundo e tem origem na delicada relação entre fatores externos (ambientais) e fatores intrínsecos do organismo, como predisposição genética, alterações nos níveis hormonais e, baixo controle imuno-regulatório.
Pesquisas relatam que as doenças autoimunes aumentaram nos últimos 40 anos, sendo que em nível mundial, médicos e também pesquisadores presumem que ela ataque de 15 a 20% da população. Talvez essa maior constatação seja devido ao fato do aprimoramento das técnicas de diagnóstico laboratoriais.
Sabe-se que existem um pouco mais do que 30 doenças autoimunes, sendo que cada uma possui sintomas específicos e atacando órgãos distintos, sendo elas:

Brasileiro vence prêmio da UNESCO por pesquisas sobre a memória humana

O médico e pesquisador brasileiro Ivan Antônio Izquierdo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), é um dos vencedores do Prêmio Internacional UNESCO-Guiné-Equatorial de Pesquisa em Ciências da Vida. Ganhadores foram anunciados na segunda-feira (24) pela agência da ONU. Especialista foi reconhecido por esforços para melhorar a qualidade de vida das pessoas idosas e também de pacientes sofrendo com doenças neurodegenerativas.
Ao anunciar seu nome como um dos vencedores da premiação, a UNESCO lembrou os trabalhos “fundadores” do cientista para o entendimento dos mecanismos de memorização da mente humana. O pesquisador também se dedicou às aplicações clínicas dessas descobertas, utilizadas nos cuidados de idosos e no tratamento de indivíduos com transtornos psicológicos ou neurodegenerativos.
Doutor em Medicina pela Universidade de Buenos Aires, Ivan Antônio é coordenador do Centro de Memória e de Altos Estudos do Instituto do Cérebro da PUC-RS. O pesquisador é membro de 21 sociedades científicas do Brasil e de outros países.
O Prêmio Internacional UNESCO-Guiné Equatorial de Pesquisa em Ciências da Vida visa reconhecer indivíduos, instituições, iniciativas e organizações não governamentais que promoveram melhorias na qualidade da vida humana.
Além do brasileiro, também foi premiado o português Rui Luis Gonçalves dos Reis, da Universidade de Minho. Pesquisador recebeu a condecoração por sua contribuição excepcional ao desenvolvimento de biomateriais naturais e também por avançar estudos sobre suas aplicações biomédicas nas áreas de engenharia de tecidos, medicina regenerativa, células-tronco e administração de medicamentos.
Outra vencedora foi a Organização para a Pesquisa Agrícola, do Centro Volcani, de Israel. Instituição desenvolveu programas para combater a fome em zonas áridas, semi-áridas e desérticas.
Cada ganhador receberá uma estatueta do artista Leandro Mbomio Nsue, um certificado e uma quantia de 100 mil dólares. Os prêmios serão entregues em cerimônia prevista para 4 de dezembro, em Djibloho, na Guiné-Equatorial.

Copa da Integração entre refugiados e migrantes tem início neste fim de semana (30) em São Paulo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) promove a partir do próximo domingo (30) a Copa da Integração em São Paulo, série amistosos de futebol que terão, como protagonistas, refugiados, solicitantes de refúgios e migrantes residentes na capital do estado. Jogos serão realizados no SESC Itaquera, a partir das 10h.

As partidas contarão com regras especiais, desenvolvidas com base no processo de integração dos participantes à sociedade brasileira. Por exemplo, as equipes serão compostas de forma mista, envolvendo em um mesmo time homens e mulheres de diferentes nacionalidades e status de permanência.
“Esta é uma forma de valorizar as diferenças, sejam elas de gênero, cultura, nacionalidade ou idade. Essas diferenças são apenas elementos que enriquecem a sociedade, contribuindo para o respeito e para a diversidade”, afirma Jean Katumba, refugiado congolês e idealizador do projeto que vive no Brasil há quatro anos.
As pessoas que participarão da Copa de Integração são provenientes de mais de 20 países e moram nos abrigos públicos de São Paulo, como a Casa de Passagem Terra Nova, a Casa de Acolhida Nossa Senhora Aparecida, Sefras Migrante, o Arsenal da Esperança, a Casa São Lázaro, a Associação Palotina e o centro de imigrantes da Missão Scalabriana.
Essa é a quarta edição do campeonato. Torneio está sendo organizado em parceria com a organização África do Coração, com a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo e com o SESC-SP. Competição também recebe o apoio das empresas Netshoes e Sodexo.
“O esporte é um meio efetivo de integração porque promove a sociabilização, propicia a vivência do lazer e atua como um exercício de saúde mental para essas pessoas que enfrentaram situações muito delicadas. A Copa da Integração traz uma visibilidade muito positiva ao contexto das pessoas em situação de refúgio, reforçando suas capacidades e resiliência”, reconhece a chefe do escritório do ACNUR em São Paulo, Isabela Mazão.
A empresa Sodexo, parceira da agência no evento, disponibilizará kits de alimentação para os jogadores. “Para nós da Sodexo, poder contribuir para a realização da Copa da Integração está em linha com nossos valores e com o que praticamos como valorização das pessoas e dos nossos colaboradores. É na diversidade que está a criatividade, a inovação e o futuro das organizações”, afirma Djalma Scartezini, líder de Diversidade e Inclusão da empresa.
Para Gabriela Platinetty, diretora de marketing da Netshoes, a empresa “sabe do poder de união e de inspiração do esporte e acreditamos que este é um forte meio de mudança da vida das pessoas, o que é ainda mais latente quando se discute a inclusão, uma preocupação constante relacionada aos refugiados”.
Além da Copa da Integração, que terá início no próximo domingo, esses mesmos parceiros institucionais estarão envolvidos na realização da IV Copa dos Refugiados, que acontecerá em agosto, nos dias 13, 20 e 27. O campeonato será disputado por 16 seleções compostas por refugiados também residentes em São Paulo. Iniciativa é da África do Coração.
Copa de Integração das pessoas refugiadas e migrantes
Datas: 30 de julho
Local: Sesc Itaquera
Horário: das 10hs às 16hs
Entrada gratuita

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG – BRINCANDO E APRENDENDO

Jogos do Conhecimento são ações educativas baseadas em jogos de tabuleiro, ligadas ao grupo de estudo em Jogos UFMGames e coordenadas pelo professor da Escola de Belas Artes da universidade Luis Coelho.
O objetivo é aproximar o público de jogos que fazem parte de diferentes tradições culturais, proporcionando múltiplas experiências e instigando a curiosidade de crianças, jovens e adultos.
A atividade acontece todos os sábados, das 14h às 21h, com sessões de jogos abertas ao público. A participação está condicionada à lotação do espaço que, atualmente, comporta 25 pessoas. A classificação etária é de 10 anos.

fonte: http://www.espacodoconhecimento.org.br/acontece/jogos-do-conhecimento/

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG – Exposição Principal


Demasiado Humano
Terça a sexta-feira e domingos, de 10h às 17h
Sábados, de 10h às 21h
Entrada gratuita

fonte: http://www.espacodoconhecimento.org.br/exposicao-principal/

Férias no Museu de Ciências Naturais: programação especial de 18 a 29 de julho


As Férias no Museu de Ciências Naturais PUC Minas terão uma programação especial para a criançada, no período de 18 a 29 de julho. As atividades acontecerão de terça a sábado, das 9h às 17h. Para algumas delas, há a necessidade de retirada de senha, que serão distribuídas pela manhã a partir das 9h, e para as atividades da tarde, a partir das 13h. O valor do ingresso é R$10; de 4 a 12 anos e maiores de 60 anos, o valor é R$ 5; para menores de 3 anos a entrada é gratuita.
Veja a programação completa. Além das visitas às exposições, serão oferecidas atividades educativas e recreativas, como pintura e confecção de réplicas, trilha na matinha (recomenda-se o uso de repelente e calçado fechado), escavação paleontológica, oficinas variadas, circo da física, energia solar, espeleologia, mágica, brinquedoteca, música, cinema e muito mais.
Dentro da programação das Férias do Museu, também estão incluídas as apresentações, gratuitas, nos Concertos Dominicais Peter Lund, aos domingos 16, 23 e 30 de julho, a partir das 11h, no auditório. No dia 16, será a apresentação da Orquestra Jovem Sinfonia de Betânia; no dia 23, da Orquestra Jovem de Divinópolis; e no dia 30 de julho, a Banda do Exército.
Endereço do museu: Av. Dom José Gaspar, 290 – bairro Coração Eucarístico – BH - MG
Para mais informações: (31) 3319-4152.

fonte: http://www.pucminas.br/sala-imprensa/noticias/Paginas/F%C3%A9rias-no-Museu-de-Ci%C3%AAncias-Naturais-programa%C3%A7%C3%A3o-especial-de-18-a-29-de-julho.aspx

Veja que o Jardim Botânico preparou para as férias da garotada! Venha se divertir e conhecer um pouco mais sobre um dos mais importantes institutos de pesquisas do Brasil.

 Conhecendo a Região Amazônica

28/07, sexta-feira, 14h30
Atividades lúdicas abordando a fauna e a flora destacando questões de sustentabilidade, jogos interativos com elementos da Amazônia e contação de história sobre lendas da Floresta.
Atividade sem agendamento
Ponto de encontro no Centro de Visitantes (Cvis)

As atividades foram organizadas pelo Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Ingressos

Inteira: R$15,00
Meia: R$ 7,50*
Gratuidade: Crianças de até 5 anos

*meia para idosos e estudantes
Mais informações sobre ingresso aqui

fonte: http://www.jbrj.gov.br/node/814

JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO - NOVAS EXPOSIÇÕES NO MUSEU DO MEIO AMBIENTE

·       Do fundo do mar para o Museu - A exposição “Rede Abrolhos: monitorando o maior complexo coralíneo do Atlântico Sul” foi inaugurada no hall do Museu do Meio Ambiente em 13 de junho. A mostra é composta por 40 fotografias impressas, com imagens aéreas e submarinas, mostra de fotos em vídeo, exemplares da fauna e da flora marinha e equipamentos científicos utilizados pelos cientistas para estudar essa região, que tem a maior biodiversidade da costa brasileira. A exposição tem curadoria do pesquisador associado do JBRJ Fernando Moraes e apoio da Brasoil. A entrada é gratuita.
·       Concurso - O Museu do Meio Ambiente inaugurou também, em 12 de junho, a exposição do XVI Concurso de Fotografia do Jardim Botânico. A mostra foi organizada pela Associação de Amigos do Jardim Botânico (AAJB) e reúne 23 fotos selecionadas do concurso de 2016, entre premiadas e menções honrosas. A exposição conta, também, com um painel chamado “Outras lentes”, que apresenta fotos dos jurados João Quental, Lena Trindade, Príamo Melo, Zeca Guimarães e Gustavo Pedro, além de imagens do fotógrafo Laizer Fishenfeld, cuja lente é uma divulgadora fiel do Jardim Botânico em jornais da cidade.
Horário do Museu: segunda, das 12h às 17h; terça a domingo, das 8h às 17h.
Entrada gratuita
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008.

Laboratório didático abre as portas nas férias


O Museu de Microbiologia do Instituto Butantan vai abrir o seu Laboratório Didático para os visitantes nos dias 15 e 30 de julho. O público poderá conhecer de perto equipamentos e objetos utilizados em um laboratório de pesquisa.  
O Laboratório Didático do Museu de Microbiologia é utilizado ao longo do ano por grupos e escolas, mediante agendamento, para a realização de atividades práticas e cursos. No período de férias o espaço é aberto para os visitantes do Museu. 
“Abrimos ao público para satisfazer a curiosidade e também apresentar objetos e amostras celulares não disponíveis na exposição do museu”, explica a diretora do Museu, Gláucia Colli Inglez. 
A atividade será realizada das 14h30 às 16h e é livre para os visitantes do Museu. O ingresso adquirido na bilheteria do parque dá acesso aos três museus do Butantan e custam R$ 6 (adultos), R$ 2,50 (crianças de 8 a 12 anos). Crianças até 7 e idosos acima de 60 anos têm entrada gratuita. ​ 
Serviço 
Laboratório Didático Aberto 
Dia 15 de julho (sábado) e 30 de julho (domingo) 
Das 14h30 às 16h 
Museu de Microbiologia do Butantan – Avenida Vital Brasil, 1.500​

Museu Emílio Ribas tem mostra especial sobre saúde ocular

O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas do Instituto Butantan, órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, terá mostra especial sobre Saúde Ocular. O público vai conhecer instrumentos e documentos históricos sobre o tema. O acervo ficará exposto até 28 de julho. A entrada é gratuita.

No dia 10 de julho foi comemorado o Dia da Saúde Ocular. A visão é um dos sentidos mais importantes e precisa de cuidados. As principais doenças oculares podem ser evitadas e deve-se procurar o médico sempre que apresentar algum sintoma.      

SERVIÇO  
Mostra Saúde Ocular 
Museu de Saúde Público Emílio Ribas – Instituto Butantan Informações: museuer.educativo@butantan.gov.br  
Rua Tenente Pena 100, Bom Retiro, São Paulo  
Até dia 28 de julho 
Terça a sexta-feira das 9h às 16h30 
Contato: 11 26273880​​

IBC está com inscrições abertas em 6 cursos de capacitação - Todos os cursos são voltados às áreas de atendimento à pessoa com deficiência visual.


Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio e o curso de Produção de Material Didático Especializado fecham a fase de inscrição na próxima sexta-feira (21) e serão ministrados em setembro.  A oficina é voltada às pessoas interessadas em atuar na gravação de audiolivros e outros tipos de textos, sem necessidade de formação específica em uma determinada área; já o curso é destinado a professores e acadêmicos em educação, fonoaudiologia, psicomotricidade e terapia ocupacional.
No dia 4 de agosto, encerram as inscrições para o curso Aspectos Educacionais da Surdocegueira.  O curso será ministrado outubro e é voltado principalmente a profissionais da educação e saúde e de outras áreas que atendam esse tipo de público.  Os participantes devem ter graduação completa.  
Outras três capacitações que serão dadas em outubro e cujas inscrições já estão abertas, com prazo de fechamento em agosto são: Diálogos entre Arte-Educação e Deficiência Visual, aberta ao público em geral (até dia 11/8); Diálogos entre Arte-Educação e Deficiência Visual, para professores e pesquisadores nas áreas de arte, arte-educação e educação especial (até 18/8); e Oficina de Audiodescrição, também para pessoas que queiram aprender uma das técnicas mais importantes para a inclusão das pessoas com deficiência visual na sociedade  (até 18/8).
Os cursos são oferecidos pela Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH), ligada ao Departamento Técnico-Especializado do IBC.

 


Oficina de Objetos Poéticos e outras Poesias com Selma Maria

Os nomes de todo e qualquer objeto, achado na rua, esquecido no quintal, são o ponto de partida para essa oficina que convida o público a criar novas relações com as palavras. Criando poesias visuais e tridimensionais com o uso de objetos cotidianos a artista provoca o público a refletir sobre a língua portuguesa brincando com as palavras.
Domingo, 30/07/17 das 15h às 17h
Gratuito
30 Vagas por ordem de inscrição